O RH pode e deve atuar ativamente na avaliação de riscos e no relacionamento com o público interno em momentos delicados para a empresa
É sabido que a reputação das empresas, hoje, é um ativo muito valioso,
pois influencia tanto o consumo de seus produtos e serviços quanto o
valor de suas ações, no caso das empresas de capital aberto. Por isso,
cuidar para não perder credibilidade é fundamental para o bom desempenho
dos negócios. Essa preocupação é mais latente em alguns setores, como o
financeiro, o aéreo, o farmacêutico, o petroquímico, entre outros, nos
quais os riscos inerentes ao próprio desenvolvimento de sua
atividade-fim são maiores. No entanto, absolutamente nenhuma empresa
está isenta de passar por um momento de crise. E, tanto antes quanto
durante uma crise, a área de recursos humanos tem papel de grande
importância. Não se trata mais, como observa Viviane Mansi, gerente de
comunicação corporativa da Takeda Brasil, de avaliar se uma crise vai ou
não acontecer. 'Mas quando ela acontecerá', diz a executiva, que também
é professora da Fundação Dom Cabral (FDC) e da Faculdade Cásper Líbero
(FCL).
Em um mundo no qual as barreiras para a troca de informação caíram com a internet, boatos não esclarecidos rapidamente podem se tornar uma bomba-relógio para a empresa, servindo de combustível para cenários pouco favoráveis. 'É importante lembrar que os funcionários têm uma enorme capacidade de troca de informações em tempo real e isso faz com que a organização fique ainda mais fragilizada em determinadas situações. Os boatos podem se disseminar numa velocidade que torna quase impossível estabelecer um controle do que está sendo dito', ressalta Luiz Alberto de Farias, Ph.D. e professor doutor da Universidade de São Paulo (USP) e da FCL.
Em um mundo no qual as barreiras para a troca de informação caíram com a internet, boatos não esclarecidos rapidamente podem se tornar uma bomba-relógio para a empresa, servindo de combustível para cenários pouco favoráveis. 'É importante lembrar que os funcionários têm uma enorme capacidade de troca de informações em tempo real e isso faz com que a organização fique ainda mais fragilizada em determinadas situações. Os boatos podem se disseminar numa velocidade que torna quase impossível estabelecer um controle do que está sendo dito', ressalta Luiz Alberto de Farias, Ph.D. e professor doutor da Universidade de São Paulo (USP) e da FCL.
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